segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Xenofobia e Etnocentrismo



“A criatividade só pode ter origem na diferença...”

Pergunta h)

Etnocentrismo é uma atitude na qual a visão ou avaliação de um grupo social, será sempre baseada nos valores adoptados pelo seu grupo, como referência, como padrão, preconceituosa.

Basicamente, encontramos em tal posicionamento um grupo étnico considerar-se como superior a outro.
A tendência do homem na sociedade é de repudiar ou negar tudo que lhe é diferente ou não está de acordo com suas tendências, costume e hábitos.

Xenofobia quer dizer aversão a outras raças e culturas. Muitas vezes é característica de um nacionalismo excessivo.

A xenofobia é um medo intensivo, descontrolado e desmedido em relação a pessoas ou grupos diferentes, com as quais nós habitualmente não contactamos.


Pergunta J)


Os direitos humanos podem ser entendidos como um conjunto de valores consagrados em instrumentos jurídicos internacionais ou nacionais “Destinados a fazer respeitar e concretizar as condições de vida que possibilitem a todo ser humano manter e desenvolver suas qualidades peculiares de inteligência, dignidade e consciência, e permitir a satisfação de suas necessidades materiais e espirituais”

Joaquim Pereira
C.P. U.C. 7
15 de Outubro de 2008

sábado, 18 de outubro de 2008

Caixa de Pandora



Caixa de Pandora

A caixa de Pandora é uma expressão muito utilizada quando se quer fazer referência a algo que gera curiosidade, mas que é melhor não ser revelado ou estudado, sob pena de se vir a mostrar algo terrível, que possa fugir de controlo. Esta expressão vem do mito grego, que conta sobre a caixa que foi enviada com Pandora a Epimeteu.
Pandora foi enviada a Epimeteu, irmão de Prometeu, como um presente de Zeus. Prometeu, antes de ser condenado a ficar 30.000 anos acorrentado no Monte Cáucaso, tendo seu fígado comido pelo abutre Éton todos os dias, alertou o irmão quanto ao perigo de se aceitar presentes de Zeus.
Epimeteu, no entanto, ignorou a advertência do irmão e aceitou o presente do rei dos deuses, tomando Pandora como esposa. Pandora trouxe uma caixa (uma jarra ou ânfora, de acordo com diferentes traduções), enviada por Zeus em sua bagagem. Epimeteu acabou abrindo a caixa, e liberando os males que haveriam de afligir a humanidade dali em diante: a velhice, o trabalho, a doença, a loucura, a mentira e a paixão. No fundo da caixa, restou a Esperança (ou segundo algumas interpretações, a Crença irracional ou Credulidade). Com os males liberados da caixa, teve fim a idade de ouro da humanidade

Mito

Na mitologia grega, Pandora ("a que possui todos os dons", ou "a que é o dom de todos os deuses") foi a primeira mulher, criada por Zeus como punição aos homens pela ousadia do titã Prometeu em roubar aos céus o segredo do fogo.

Origem

Pandora era a filha primogénita de Zeus que, aos 9 anos de idade, recebeu de presente de seu pai o colar usado por Prometeu que foi retirado dele ao pagar a sua pena por roubar o fogo dos deuses. Pandora, então, arranjou uma caixa para pôr seu colar, a mesma caixa em que ela guardou a sua mente e as lembranças de seu primeiro namorado, cujo nome era Narciso. A caixa podia apenas guardar bens de todo o tipo, com exceção de bens materiais. Como o colar era um bem material, ele se auto-destruiu. Para Pandora o colar tinha valor sentimental, o que a fez chorar por muitos dias seguidos sem parar. Como a caixa guardava lembranças com a intenção de sempre recordar-las ao "dono", Pandora sempre se sentia triste. Tentou destruir a caixa para ver se ela se esquecia do fato, mas não funcionou, a caixa era fruto de um grande feitiço, que a impedia de ser destruída. Pandora então, aos 36 anos, se matou. Não aguentou

Interpretação

Pode-se perguntar quanto ao sentido desta lenda: por que uma caixa, ou jarra, contendo todos os males da humanidade conteria também a Esperança? Na Ilíada, Homero conta que, na mansão de Zeus, haveria duas jarras, uma que guardaria os bens, outra os males. A Teogonia de Hesíodo não as menciona, contentando-se em dizer que sem a mulher, a vida do homem não é viável, e com ela, mais segura. Hesíodo descreve Pandora como um "mal belo"
A razão da presença da Esperança com os males deve ser procurada através de uma tradução mais acurada do texto grego. A palavra em grego é ἐλπίς/elpís, que é definida como a espera de alguma coisa; pode ser traduzida como esperança, mas essa tradução seguramente é arbitrária. Uma tradução melhor poderia ser "antecipação", ou até o temor irracional. Graças ao fechamento por Pandora da jarra no momento certo, os homens sofreriam somente dos males, mas não o conhecimento antecipado deles, o que provavelmente seria pior.
Ele não viveria o temor perpétuo dos males por vir, tornando suas vidas possíveis. Prometeu se felicita assim de ter livrado os homens da obsessão com a própria morte. Uma outra interpretação ainda sugere que este último mal é o de conhecer a hora de sua própria morte e a depressão que se seguiria por faltar a esperança.
A mentalidade politeísta vê Pandora como a que deu ao homem a possibilidade de se aperfeiçoar através das provas e da adversidade (o que os monoteístas chamam de males). Ela lhe dá assim a força de enfrentar estas provas com a Esperança. Na filosofia pagã, Pandora não é a fonte do mal; ela é a fonte da força, da dignidade e da beleza, portanto, sem adversidade o ser humano não poderia melhorar.



Joaquim Pereira http://pt.wikipedia.org/wiki/Pandora

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Bocage " Poeta do povo"


Manuel Maria Barbosa du Bocage

Bocage

Nascido em Setúbal às três horas da tarde de 15 de Setembro de 1765, falecido em Lisboa na manhã de 21 de Dezembro de 1805, filho do bacharel José Luís Soares de Barbosa, juiz de fora, ouvidor, e depois advogado, e de D. Mariana Joaquina Xavier l'Hedois Lustoff du Bocage.Teve cinco irmãos.

Apesar das numerosas biografias publicadas após a sua morte, boa parte da sua vida permanece um mistério. Não se sabe que estudos fez, embora se deduza da sua obra que estudou os clássicos e as mitologias grega e latina, que estudou também. A identificação das mulheres que amou é duvidosa e discutível.

A sua infância foi infeliz. O pai foi preso, quando ele tinha seis anos e permaneceu na cadeia seis anos. A sua mãe faleceu quando tinha dez anos. Possivelmente ferido por um amor não correspondido, assentou praça como voluntário em 22 de Setembro de 1781 e permaneceu no Exército até 15 de Setembro de 1783. Nessa data, foi admitido na Escola da Marinha Real, onde fez estudos regulares para guarda-marinha. No final do curso desertou, mas, ainda assim, aparece nomeado guarda-marinha por D. Maria I.

Nessa altura, já a sua fama de poeta e versejador corria por Lisboa. Consta-se que um dos lugares mais frequentados por Bocage era o café Nicola, certo dia vinha ele da boémia já noite cerrada e a policia perguntou “Quem vem lá?” logo ele respondeu “Sou o Bocage que venho do café Nicola e vou para o outro mundo se disparas essa pistola” São ditos do povo.

No dia 14 de Abril de 1786, embarcou como oficial de marinha para a Índia, na nau “Nossa Senhora da Vida, Santo António e Madalena”, prosseguir viagem para as Índias". Fez escala na Ilha de Moçambique (início de Setembro) e chegou à Índia em 28 de Outubro de 1786. Em Pangim, frequentou de novo estudos regulares de oficial de marinha. Foi depois colocado em Damão, mas desertou em 1789, embarcando para Macau. Foi preso pela inquisição, e na cadeia traduziu poetas franceses e latinos.

A década seguinte é a da sua maior produção literária e também o período de maior boémia e vida de aventuras.

Já Bocage não sou!
…À cova escura
Meu estro vai parar desfeito em vento…
Eu aos céus ultrajei! O meu tormento
Leve me torne sempre a terra dura.(…)

Foi convidado e aderiu à Academia das Belas Letras ou Nova Arcádia em 1790, onde adoptou o pseudónimo Elmano Sadino. Mas passado pouco tempo escrevia já ferozes sátiras contra os confrades.

Em 1791 foi publicada a 1.ª edição das “Rimas”.

Dominava então Lisboa o Intendente da Polícia Pina Manique que decidiu pôr ordem na cidade, tendo em 7 de Agosto de1797 dado ordem de prisão a Bocage por ser “desordenado nos costumes” até 14 de Novembro de 1798 . Durante este longo período de detenção, Bocage mudou o seu comportamento e começou a trabalhar seriamente como redactor e tradutor. Só saiu em liberdade no último dia de 1798. De 1799 a 1801 trabalhou sobretudo com Frei José Mariano da Conceição Veloso, um frade brasileiro, politicamente bem situado e nas boas graças de Pina Manique, que lhe deu muitos trabalhos para traduzir.

A partir de 1801, até à morte por aneurisma, viveu em casa por ele arrendada no Bairro Alto, naquela que é hoje o n.º 25 da Travessa André Valente.

A 15 de Setembro, data de nascimento do poeta, é feriado municipal em Setúbal.

Joaquim pereira

C.L.C. UC 7 9 de Outubro de 2008

Texto retirado de Wikipédia alterado por: Joaquim Pereira

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Alexandre O'Neiil



Alexandre Manuel Vahía de Castro O'Neill de Bulhões (Lisboa, 19 de Dezembro de 1924— 21 de Agosto de 1986).


Nasceu em Lisboa em 1924 filho de descendentes irlandeses, viveu na época do surrealismo, veio a falecer em 1986.


Este poeta português, fez o curso dos liceus, frequentou a escola náutica (curso de pilotagem), mas é-lhe negada a carta por causa da sua miopia. Trabalhou na Previdência no ramo de seguros, foi funcionário da Fundação Calouste Gulbenkian nas bibliotecas itinerantes, Também foi jornalista escrevendo crónicas para o extinto jornal Diário de Lisboa.


Em 1947 escreveu duas cartas nas quais mostrava o seu interesse pelo surrealismo (manifestos de Breton e a História du surrealismo de Maurice Nadeau).


Foi um dos fundadores do grupo surrealista de Lisboa, com outros nomes importantes das letras e artes da altura como António Domingues, Fernando Azevedo, Vespeira, José-Augusto França, Mário Cesariny, Moniz Pereira e António Pedro.


Em 1949 tiveram lugar em Lisboa as principais manifestações do movimento surrealista, foi nessa ocasião que O’Neill publicou A Ampola Miraculosa, com o subtítulo “Romance”. Houve dissidência no grupo, entre eles Mário Cesariny e António Domingues, o que veio a originar a formação de dois grupos surrealistas que se atacavam verbalmente entre 1950-1952, e após a morte de António Maria Lisboa os grupos extinguiram-se. Foi quando Alexandre O’Neill começou individualmente a escrever. Publica em 1951 Tempo de Fantasmas, em cujo prefácio se demarca claramente do Surrealismo.


No início de 1950, esteve em Lisboa Nora Mitrani, do Surrealismo francês para fazer uma conferência. Conheceu O’Neill e apaixonaram-se. Meses mais tarde, querendo juntar-se-lhe em Paris, O’Neill foi chamado à PIDE e interrogado. Por pressão de uma pessoa da família, foi-lhe negado o passaporte. Coagido a ficar em Portugal, não voltaria a ver Nora Mitrani, mas não foi a única vez que Alexandre O’Neill foi confrontado com a polícia política. Em 1953, esteve preso vinte e um dias no Estabelecimento Prisional de Caxias, por ter ido esperar Maria Lamas, regressada do Congresso Mundial da Paz em Viena. A partir desta data, passou a ser vigiado pela PIDE.


Mas foi em 1958, com a edição de No Reino da Dinamarca, que Alexandre O’Neill se viu reconhecido como poeta, e 1960 escreve Abandono Vigiado. Nos seus textos há uma intensa sátira a Portugal e aos portugueses, destruindo a imagem de proletariado heróico criada pelo neo-realismo.


Casou com Noémia Delgado, de quem teve um filho em 1959, Alexandre. Nesta época, instalou-se no Príncipe Real, bairro lisboeta onde haveria de decorrer grande parte da sua vida, e que levaria para a sua escrita. Neste bairro, encontraria Pamela Ineichen, com quem manteve uma relação amorosa durante a década de 60. Mais tarde, em 1971, casará com Teresa Gouveia, mãe do seu segundo filho, Afonso, nascido em 1976.


Temas como a solidão, o amor, o sonho, passagem do tempo ou a morte, conduzem-no ao medo.
O’Neill era um humorista que se manifestava numa linguagem de paródia nos seus discursos oficiais ou publicitários. É dele o slogan «Há mar e mar, há ir e voltar». Gravou num disco « Alexandre O’Neill diz poemas de sua autoria», a sua atracção por outros meios de comunicação, que não a palavra escrita, é testemunho a letra do fado Gaivota destinada à voz de Amália.


Algumas das suas obras:1958, No Reino da Dinamarca; 1960, Abandono Vigiado, 1962: O’Neill publica Poemas com Endereço;1965; Feira Cabisbaixa; 1966: Em Turim, Itália, são publicados poemas de O’Neill sob o título Portogallo mio rimorso; 1969, De Ombro na Ombreira; 1970: As Andorinhas não têm Restaurante; 1980, Uma Coisa em Forma de Assim; 1981, As Horas já de Números Vestidas; 1983, Dezanove Poemas;1986, Escreve O Princípio de Utopia, O Princípio de Realidade.


É galardoado com o prémio da Associação de Críticos Literários em 1982.


A doença começava a atormentá-lo. Em 1976, sofre um ataque cardíaco, que o poeta admitiu dever-se à vida desregrada que sempre tinha tido. No início dos anos 80, já divorciado de Teresa Gouveia, repartia o seu tempo entre a casa da Rua da Escola Politécnica e a vila de Constância, frequentemente com Laurinda Bom, sua companhia mais constante nos últimos anos. Em 1984, sofreu um acidente vascular cerebral, antecipatório daquele que, em Abril de 1986, o levaria ao internamento prolongado no hospital. Morreu em Lisboa a 21 de Agosto desse ano.


Joaquim Pereira


C.L.C. 10 de Outubro de 2008


Texto retirado da Internet (Maria Antónia Oliveira, Fernando Correia da Silva) alterados por Joaquim Pereira

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

O Meu Auto-retrato

O meu auto-retrato
De menino moço, magro, só pele e osso, cabelo russo espetado
Mais pareciam agulhas secas de pinheiro em dias de Janeiro.
Pequenino de pés descalços, sujos da terra que pisava mas ligeiros.

Numa fraga deitado o sol por mim a passar até a chegada da luz do luar.
Era eu ainda criança, filho de gente humilde, com muita esperança

Vim para a cidade. Cresci e estudei mas magro continuei.
Trabalhando, estudando e correndo o meu mundo fui alcançando.
Do namoro ao casamento foi em três tempos.
Logo depois num abrir e fechar de olhos fui pai de dois rebentos.

Pelo mundo correndo muitos troféus ganhei
Mas o maior de todos foi a amizade que eu dei e conquistei.
De menino de aldeia a homem da cidade cheguei.
Meu nome Joaquim árvore de fruta Pereira
E assim fiquei na rua que com o meu nome herdei.

Bigode farfalhudo e longas sobrancelhas já rugas tenho na pele pelo sol queimada.
Cansado e com alguns cabelos brancos ficaram os olhos verdes que na juventude era um encanto. Triste e feliz é o destino que eu tenho e a sabedoria que não tive em pequeno.

Joaquim Pereira
06 de Outubro de 2008
C.L.C. UC 7

domingo, 12 de outubro de 2008

" Os Lisboetas"



Documentário da vida real dos imigrantes em Lisboa



1- Enuncie as nacionalidades de imigrantes que conseguiu identificar durante o visionamento do filme.

As nacionalidades dos imigrantes são: Russa, Moldava, Romena, Ucraniana, Paquistanesa, Chinesa, Brasileira e Africana

2- Refira a variedade de trabalhos executados pelos imigrantes.

A maioria dos imigrantes trabalham na construção civil, mas também na restauração “principalmente a comunidade brasileira” e comércio, as lojas ditas dos 300 que é a base dos chineses, mas muitos fazem venda ambulante nas ruas de Lisboa e não só.

3- Descreva as expressões dos rostos dos imigrantes enquanto esperam para serem atendidos no Serviço de Estrangeiros.

Ao serem atendidos pelos Serviços Estrangeiros a maioria dos imigrantes expressa receio de não conseguirem a legalização e poderem ser expulsos e confusos com a papelada que lhes pedem.

4- Explicite com que ideia ficou do funcionamento deste serviço

É um sistema muito burocrático, pouco afável que na maioria das vezes encontramos nos serviços da função publica. Até parecem que estão lá por favor. Aconselharia aos funcionários um pouco de mais simpatia.

5- Refira que assuntos são mais abordados nos telefonemas dos imigrantes para os seus familiares.

Os assuntos mais bordados são a saudade, o bem-estar e saúde da família e juntar, assim como juntar algumas economias para um regressarem ao seu país (Russos, Indianos, Ucranianos).

6- Justifique a importância da rádio Slovo para a comunidade imigrante de Leste.

A rádio é muito importante, porque assim os imigrantes vão tendo notícias do seu país, na língua de origem, e por vezes ajuda a resolver muitos dos seus problemas.

7- Explique o significado que atribui à sequência filmada pelo realizador do grupo de crianças tomando banho na fonte.

Penso que é uma das mais bonitas sequências do documentário. Esta cena significa a comunhão de várias raças. Estas crianças apesar de terem raças e culturas diferentes, brincam em paz.

8- Descreva a opinião manifestada pela imigrante de Leste que se encontra na praia sobre o sistema de ensino português.

Esta imigrante comenta que o ensino Portugal não é tão exigente, como o do seu país.

9- Enuncie os vários cultos religiosos praticados pelas comunidades imigrantes.

Praticam alguns cultos religiosos: Muçulmano, Católico, Ortodoxo etc. Também há o Judaísmo, Budismo, que não vimos no filme, mas existe em Portugal.

10- Justifique o aparecimento no filme da referência à história bíblica de Jacob.

Este aparecimento faz referência á discriminação com que muitos empresários exercem sobre os imigrantes, prometendo uma coisa e depois dão outra. Assim fez Jacob, prometeu uma filha em troca de sete anos de trabalho e depois deu a outra que era a mais velha.

11- Comente a seguinte afirmação: “Actualmente vivem em Lisboa muitos imigrantes na condição de Sem-Abrigo”.

Em Lisboa, devido à construção da ponte Vasco da Gama e as obras da Expo98 vieram muitos imigrantes para a construção civil, mas neste momento as obras públicas são escassas. Ficaram muitos sem trabalho, sem dinheiro, e sem ajudas. Porque a acção social em Portugal ainda não têm condições, suficientes para acomodar tantos seres humanos neste desespero e o que lhes vai valendo são as pessoas anónimas, que vão ajudando sem pedir nada em troca, a eles imigrantes e cidadãos nacionais.

12- Interprete o significado do realizador terminar o filme mostrando um nascimento.

Este nascimento significa uma “nova geração de portugueses”. Como aconteceu em França, Alemanha, com os portugueses que fizeram uma nova geração nesses países, mas diferente.

13- Elabore uma lista com as principais diferenças e semelhanças que encontrou entre as várias comunidades imigrantes existentes em Portugal.

Todos eles vieram com um objectivo, ganhar dinheiro, simplesmente uns juntam a quantia que acham necessária e voltam ao seu país (Russos, Paquistaneses, Indianos etc.) outros vieram para ficar (Brasileiros e Africanos) mas há excepções.

14- Redija um texto expondo os principais problemas com que se debatem os imigrantes em Portugal e dê sugestões tendo em vista a sua resolução numa lógica inclusiva.

Os principais problemas com que se debatem os imigrantes em Portugal, é ilegalidade, trabalho precário e a exploração de mão-de-obra barata, porque a língua não é problema para quem quer trabalhar.Penso que a resolução para a maioria destes problemas, era haver um estudo para ver quais as necessidades de mão-de-obra que o país precisa, legalizar os que estão cá, depois um maior rigor nos Serviços de Estrangeiros e Fronteiras para controlo de entrada de mais ilegais e maior rigor na fiscalização das condições de trabalho porque se estão cá devem ser tratados como todos nós.

Joaquim Pereira
Cidadania e Profissionalidade UC 4
Setembro 2008

Multiculturalismo " Os Lisboetas "




Ficha de trabalho sobre o documentário
“Os Lisboetas”

Questionário a pergunta nº 15

Multiculturalismo, esta palavra leva-nos a séculos atrás, em que os portugueses andavam a descobrir novos mundos e encontraram novas culturas, povos diferentes de nós com os quais convivemos anos e anos, trocando formas de viver, como o vestuário, a alimentação, a expressão e até matrimónio, entre várias etnias, fizeram de nós portugueses um povo multicultural.

Hoje somos um país de imigrantes os quais trazem uma cultura diferente, o que veio enriquecer ainda mais o nosso povo, pois Lisboa e não só recebeu imigrantes de todos os cantos do mundo, por exemplo de África, Brasil, Índia, Paquistão e da Europa Central. Todos estes povos vieram, procurar uma vida melhor, mostrar que podemos viver no mesmo mundo, de maneiras diferentes, mas todos iguais. A exemplo disso estão as crianças que todos os dias na escola trocam ideias, falando dos costumes do seu país e aprendendo as do nosso.